Cristiana Fontes vai supervisionar a implementação do Plano Nacional de Contingência sobre o Ébola e acompanhar o processo de construção do Hospital Regional do Fogo e Brava.
A delegação integra ainda a Inspectora-geral da Saúde e técnicos do Ministério das Infra-estruturas que têm estado a seguir as obras de construção do Hospital Regional de Fogo e Brava.
Destinada a cobrir uma população de 46.000 habitantes o novo Hospital Regional Fogo-Brava será uma adaptação das infra-estruturas do Hospital São Francisco de Assis doado ao Estado de Cabo Verde pela ASDE – Associação Solidariedade e Desenvolvimento Económico cujo principal mentor é o Padre Octávio Fassano.
O Projecto passa pela construção de alguns serviços como Maternidade, Neurologia, UCI, emergência, sala de isolamento, enfermaria, uma nova cozinha e uma cafetaria entre outras intervenções.
Ha dois anos a Ministra-adjunta e da Saúde Cristina Fontes Lima dissera que a ambição do Governo é construir a região sanitária Fogo e Brava mas defende que todo o processo terá que funcionar em pirâmide de forma a obter todas as respostas para as capacidades do país.
A governante não deixou de agradecer a ASDE e ao Padre Fassano pela doação da infra-estrutura sem a qual no seu entender o processo da Construção da Região Sanitária Fogo Brava não estaria tão acelerado. Cristina Lima anunciou ainda que até Dezembro o Ministério vai ter os quatro hospitais regionais e os hospitais centrais com a telemedicina em rede.
O Grupo VAMED da Áustria é a entidade responsável pela execução das obras da infra-estrutura hospitalar financiada pelo governo Austríaco, através de uma linha de crédito concessional em torno dos seis milhões de euros cerca de seiscentos mil contos cabo-verdianos.
O projecto contempla a aquisição de novos equipamentos para a pediatria e maternidade do futuro hospital regional, e a primeira pedra foi lançada pelo Primeiro Ministro a 18 de Dezembro de 2013.
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