Uma coisa é certa, a Ilha BRAVA não marcará presença no MINDELACT deste ano.
Até nos recordamos dos idos tempos em que a ilha brava tinha diversos grupos de teatro envolvendo até o Juiz da Comarca, que não queria ficar de fora, Dr. Carlos Reis actual Director Nacional da Policia Judiciá e já mitico homem das lides do combate à lavagem de capitais e trafico internacional de drogas.
Sem falar na participação em tempos de proliferação de grupos teatrais com gente de todos os cantos da ilha, como se as coisas ficassem pelo tempo esquecidas a serem lamentadas na imprensa.
Ainda este ano a Comunicação Social noticiou o decurso na ilha Brava de uma acção de formação em TEATRO ministrado pelo formador VALDIR BRITO numa parceria Ministério da Cultura com a Câmara Municipal da Brava dentro da "Brava - 1ª Capital Caboverdeana da Cultura”.
Tal formação aconteceu numa das salas do edifício do Centro da Juventude, mas o teatro não precisa de palcos de luxo, e a prova é o MINDELACT que leva ao seu cartaz, pela primeira vez o STATIC MAN, que é deveras brilhante a não perder.
Mas apesar da formação de um quarto de uma centena de pessoas na Brava é caso para se dizer, é a morte do nosso teatro?
No mês de Março o TEATRO "resuscitou" durante 30 dias por causa do patrocínio da Câmara Municipal da Brava e da parceria com a paróquia de São João Baptista, mas onde está o interesse natural para a arte e o teatro nos bravenses.
Reconhece-se o esforço das autoridades mas a nossa sociedade tem um papel insubstituivel, nossas associações comunitárias tem que assumir o seu papel central na promoção desta arte e do seu fomento.
JdB
JdB
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